quarta-feira, 14 de março de 2012

Clovis Cezário


Valor jovem de sucesso mineiro de coração
 

Reconhecido valor jovem de Minas no início desta década, que se torna em meados da mesma, cidadão honorário na sua capital, e hoje tem como consequência das suas conquistas: o seu valor percebido a nível nacional, um profissional de visibilidade forte no mercado da moda. Simples: e uma pessoa que “o fazer”, e implícito no seu DNA, que foca sua visão sempre a longa distância. Fato é que a dois anos passados somou mais case de sucesso a seu currículo: foi o responsável pela comercialização de uma das maiores marcas mineiras no cenário nacional, a VIDE BULA, vendendo ao grupo de confecção capixaba, tendo a “percepção da mudança do mapa têxtil nacional e ao mesmo tempo fazendo a transição de controle dos fundadores aos novos investidores, em um momento oportuno aonde acontecia a bolha das aquisições, esperteza pura. Credibilidade e competência de sobra, para seguir na gestão comercial da marca, pois marca e gestor se confundem.” A bela e a fera estão escrevendo um novo futuro, além de estarem ambos se perpetuando e se fazendo neste mercado, o gestor Clóvis Cezário revela um segredo: além de ter a fórmula, na dúvida ele sempre VIDE a BULA! 

Isis: Como iniciou sua carreira?
Clovis: Aos 19 anos entrando em uma multinacional líder de mercado e simultaneamente fazendo administração de empresas, teoria e prática, ao mesmo tempo. Resultado: profissional de alto desempenho.

Isis:  O que mais te inspirou em sua trajetória?
Clovis: Meu pai.  Complementando o nome Cezário hoje é uma referência, uma marca, "imortal" (Highlander), olho para trás e projeto o futuro e vejo que consegui, pois os novos Cezários já estão prontos.

Isis: Já esta no mercado de moda há quanto tempo?

Clovis: Bom, podíamos pular isso (risos), mas como sempre fui precoce, tenho 22 anos de mercado, nos meus poucos, 43 anos de vida.

Isis:  Como você vê o crescimento da moda no mercado mineiro em relação ao Brasil e ao mundo?

Clovis: Vejo muito mais como um mercado importador (comprador) do que exportador (vendedor), a nível de indústria, pois além do mapa têxtil nacional ter se deslocado estes anos, o setor especificamente não e incentivado pelo Governo. Hoje somos mais autorais do que industriais, exportam os talentos profissionais/pessoais: estilistas, profissionais de gestão, modelos. Hoje trabalho para uma empresa do Espírito Santo, apesar de atuar na marca "mineira" do grupo, e estrategicamente fazermos a gestão em MG.

Isis: Em sua opinião Minas é referencia de moda ou os grandes acontecimentos no Brasil se concentram em Rio e São Paulo ainda?

Clovis: Minas teve seu momento de dividir mercado com SP, nas décadas de 90 e no início deste século, mas voltou a perder para si mesmo, e o RJ se reinventou e hoje novamente está concentrado entre o eixo RJ/SP, mas com relevância forte de SC, não posso omitir este fato.

Isis: O "bum" de lojas próprias prejudicou a venda dos representantes para as multimarcas?

Clovis: Não, pois as multimarcas podem se tornar os franqueados de amanha, e hoje às unidades de negócios e canais de distribuições são bem definidos: flagships (redes próprias, franquias e Multimarcas, este terceiro sendo bem horizontais -quantitativos- e não mais verticalizados) volumétricos. Além dos corredores comerciais estarem bem definidos hoje em dia.

Isis: Conte uma experiência interessante que marcou sua carreira?
Clovis: São várias, mas vamos falar da última, ser o pivô e agenciador da venda de uma marca, e um prêmio para quem gosta de comercializar, além dos retornos comerciais, tem o valor de uma MBA, um doutorado em vendas. Creio que uma façanha para poucos.


Isis: Existem novos projetos em mente? Quais?

Clovis: Sim tanto profissionais e pessoais, sempre temos que planejar, pois assim sempre teremos futuro, pois quem não planeja tem destino, como um bom paulista de nascimento. Mas também sendo mineiro honorário que sou, estrategicamente guardamos em segredo, e revelamos quando colocamos em pratica e realizamos os mesmos, aí sim revelamos e contamos os "causos".(rsrsrs)

Isis: Segredo do sucesso?

Clovis: Cada um conquista o seu, mas com certeza o segredo do FRACASSO é agradar a todo mundo!

Jogo Aberto


Uma qualidade? Credibilidade
Um defeito?  Ansiedade.
Uma inspiração? Liderança
Ser chique? Ter “estilo”. A moda passa o estilo fica
Família? A base, seu "doc" - denominação de origem controlada.
Amigos? Poucos e somente os leais.
Um músico? Vários. Vinicius de Morais, pela sua pluralidade.
Um desejo? Sempre evoluir em todos os aspectos.

Uma paixão? Vide Bula, porque ela me deu amor.
Uma viagem que marcou? Primeira vez no Japão.
Globalização? Realidade sem volta.
Lugar especial? Minha casa
Um conselho? Nada e permanente, exceto as mudanças!
Uma alegria? Ser pai.
Uma novidade? Sempre a próxima coleção!
Ídolo?  Aírton Senna.

Helder Mendonça

Simpatia, sucesso, humildade e determinação.


Filho das Minas Gerais, dentro tantos outros predicados, Helder e’ exemplo de dedicação dando consequência a uma saborosa história de sucesso, que vem a ser o nosso reconhecido pão de queijo Forno de Minas  ultrapassando as fronteiras a mais de 20 anos, apresentando as delicias da culinária mineira ao mundo.


Isis: Desde criança você já tinha esta visão empreendedora?
Helder: Desde criança, sempre fui estudioso, responsável e não tinha dificuldades na escola. Certamente, isso me ajudou bastante.

Isis O que mais te inspirou?
Helder: Minha família. Perdi meu pai aos 8 anos e percebi que a vida não é fácil desde cedo. Portanto, desde cedo lutei pelos meus objetivos e não medi esforços para fazer o melhor em tudo que eu me propunha a fazer.

Isis: Como surgiu o Forno de Minas?
Helder: A Forno de Minas Alimentos S/A nasceu do sucesso da receita caseira de pão de queijo da Dona Dalva. Nós (Minha mãe, minha irmã Hélida e eu) fundamos a empresa em 1990. Iniciamos os trabalhos em uma pequena loja dentro de um Shopping Center de Belo Horizonte oferecendo o produto congelado para um grande supermercado da cidade. Depois que conclui meu curso de Administração de Empresas, trabalhei em uma empresa alimentícia e então tive chance de conhecer os supermercadistas de Belo Horizonte. Percebi a oportunidade na área de congelados e apostamos no pão de queijo.

IsisO Forno de Minas foi uma idealização inicial de Dona Dalva, correto?
Helder: Sim. Ela é a idealizadora da receita e acompanha tudo desde a fundação. Atualmente, ela se dedica ao setor de pesquisa de desenvolvimentos de produtos, além de acompanhar de pertinho a qualidade dos produtos, principalmente o pão de queijo.

Isis: E o crescimento e a expansão do Forno de Minas teve muito sua participação, conte-nos como?
Helder: Sempre tive um espírito empreendedor e, diante disso, acabei tendo a ideia de fazermos o pão de queijo em escala industrial, para vendermos. Em julho de 1990, abrimos uma pequena loja de 40m² no extinto Shopping Sul na capital mineira. A loja tinha apenas três funcionários e contava apenas com uma masseira, um freezer, uma máquina de embalar e um Fiorino para o transporte. O investimento inicial foi bem baixo, já que não tínhamos muitos recursos. O primeiro pedido que tivemos foi de uma grande rede de supermercados. A partir daí, as demandas começaram a aumentar, a ponto de não conseguirmos atender a todos.  A qualidade e diversidade dos produtos, a distribuição, o relacionamento com os clientes e a questão de ser uma empresa mineira, já que o produto mineiro tem um valor fora de Minas que não conseguimos avaliar, foram determinantes para a marca se tornar conhecida nacionalmente. Atualmente, a Forno de Minas também está presente nos Estados Unidos, Canadá e Portugal.
Vale destacar que desde a fundação da empresa, minha mãe D. Dalva, minha irmã Hélida, nosso sócio Vicente e eu participamos de todo o processo de construção da empresa e da imagem da marca. Construímos nossa sede própria, implementamos equipamentos, formamos equipes, elaboramos nossas receitas, testamos vários tipos de matérias-primas e desenvolvemos outros. Enfim, nestes 21 anos, dos quais 11 anos estivemos presentes, estamos sempre procurando desenvolver novos produtos, com qualidade e praticidade.

Isis: Fale um pouco da sua experiência no mercado internacional? Exportação?
Helder: Nossas primeiras exportações começaram há mais de 10 anos para os Estados Unidos, na Whole Foods. No começo, o pão de queijo tinha como destino o mercado étnico daquele país. Atualmente, estamos ampliando nossa atuação para os consumidores estrangeiros. Além dos Estados Unidos, exportamos também para o Canadá e para Portugal e nosso planejamento é quadruplicar as exportações em três anos. Queremos aumentar a presença na Europa, entrar na Ásia e na América Latina. É um trabalho gradual, levamos o produto, apresentamos em feiras. Como exemplo, posso citar a Anuga, maior feira de alimentação do mundo, realizada na Alemanha. Em 2011, estivemos no local. Outra estratégia importante são as degustações, precisamos despertar o hábito de consumo.

Isis: Conte um fato que marcou na sua carreira?
Helder: Lembro de um fato, aliás, dois, que marcaram minha carreira: as duas negociações da Forno de Minas: a venda e recompra da empresa. A Forno de Minas, foi fundada em Julho de 1990. Em 1999, a Forno foi vendida para uma empresa multinacional, o que foi uma experiência muito valiosa para todos nós. Foi um processo que levou aproximadamente um ano e aprendi muito. Em 2009, quando a fábrica e a marca nos foram oferecida novamente, fechamos o negócio em 15 dias. Foi uma decisão rápida, porém segura. Não houve dúvida nenhuma, da nossa parte, sobre a aquisição da  “empresa do coração”.

Isis: Fale de outros empreendimentos que você faz parte?
Helder: Entre os anos de 2000 e 2009, investimos em construções de Shopping Centers, em Belo Horizonte, e em outras regiões do Brasil, como Macaé/RJ, Mossoró/RN, Juazeiro do Norte/CE, etc.). Investimos também em empresa de Tecnologia e também nos Laticínios, em Conceição do Pará/MG.

Isis: Como você concilia família e negócios com tantos empreendimentos?
Helder: Tento conciliar a vida pessoal e profissional da melhor forma possível. Viajo com minha esposa e meus filhos sempre que posso e priorizo o meu tempo em família (mãe, irmãs e sobrinhos).


Isis: Segredo do sucesso?
Helder: Acreditar no que você deseja, no seu conhecimento e nas pessoas que fazer parte do seu time.

Jogo Aberto

Uma qualidade?  Generosidade
Um defeito?  Não sei dizer não
Uma inspiração? Minha mãe
Ser chique? Ser simples
Família?  O que há de mais importante da vida
Amigos? Impossível viver sem eles
Um musico? Skank
Um desejo?Ter mais filhos
Uma paixão? O galo (CAM)
Uma viagem que marcou? O tempo que morei nos EUA (1987).
Globalização? Nos faz valorizar o que é original, único, típico de nossa região
Lugar especial? Minha casa
Um conselho? Sempre acredite nos seus sonhos
Uma alegria? Poder brincar com meus filhos e sobrinhos
Uma novidade?  Aguardem... Teremos novos produtos em breve!
Uma Mensagem? Jamais tenha medo de começar, de construir, de errar... O melhor da vida é plantar e colher, apesar de todas as adversidades pelo caminho.

Maria Elvira Salles Ferreira

Mamãe Noel de Minas para todos.

A paixão que a mineira Maria Elvira Salles Ferreira tem por Papai Noel vem desde a infância. Ela é encantada pelo espírito natalino e pela generosidade do Papai Noel e de seu amor pelas crianças. Ao longo dos últimos 30  anos, foi adquirindo bonecos de todos os tipos e tamanhos. Alguns têm movimentos (movidos a pilha ou eletricidade); outros estão sorrindo, dormindo, tomando banho, contando histórias, trabalhando em suas oficinas, esquiando, praticando esportes radicais e até beijando a Mamãe Noel. As cores fogem à tradição do vermelho - há bonecos brancos, azuis, prateados e até verdes. Há Papai Noéis das florestas, das neves, das montanhas e das cidades. São dos mais diferenciados materiais, dos mais sofisticados até os artesanais e rústicos, passando por várias culturas mundiais. Sua coleção foi adquirida em inúmeros países do mundo, sendo a maioria dos Estados Unidos, onde o bom velhinho é mais popular. Mas há vários também de nações como Alemanha, França, Rússia, Turquia, Japão e outras.
A cada Natal, Maria Elvira oferece à população mineira uma exposição dessa coleção, em locais especialmente decorados e iluminados para estimular os sentimentos de integração, paz e alegria, tão difundidos nessa época do ano. A coleção já foi exposta em vários locais, nos últimos anos.  Seu sonho é encontrar um local definitivo para uma exposição permanente de sua coleção. Outro sonho dela é que, em breve futuro BH possa ser considerada a Capital do Papai Noel, a exemplo de Gramado no Rio Grande do Sul, que é a cidade do Natal brasileiro.

Isis: Como começou sua paixão pelo Papai Noel?
Maria Elvira: Não sei exatamente, mas vem possivelmente da infância e juventude. Durante um período dava aulas particulares de inglês. Com o primeiro dinheiro que ganhei num novembro, comprei um Papai Noel grande. A partir daí não parei mais.

Isis: Quais projetos ligados ao Natal que mais marcaram esta trajetória?
Maria Elvira: Sempre amei receber a família e os amigos, enfeitar a casa, acender velas, mesa farta, etc. Quando diretora da Newton Paiva, realizamos um Concerto de Natal no Santuário do Caraça e gravamos um CD de Ave Marias, pelo Natal, com assessoria da Maestrina Ângela Pinto Coelho. Foi demais!

Isis: Quais foram os projetos natalinos realizados em 2011?
Maria Elvira: Foram 5.
 - A montagem de uma mesa de Natal com Papais Noéis no Minascentro (Feira de Natal – Exposição de Mesas),  a convite da Tecnitur e ACMinas, parceiros do projeto.
 - A iluminação de nossa casa na Pampulha (3 casas juntas) que faço há 12 anos. Virou ponto turístico na cidade. Este ano o Prefeito Márcio Lacerda a inaugurou – e o Governador Anastasia dias depois foi visitar. Ficou linda! O eletricista Divino é sempre o meu parceiro e minha governanta Dorinha ajuda muito.
 - A Vila do Papai Noel montada por Carmélia Abreu e Aninha, com parte da minha coleção de Papais Noéis no saguão da Prefeitura na Av. Afonso Pena. Inaugurada dia 08/12 muito bonita ficou – milhares de pessoas visitaram a exposição.
- Emprestei centenas de Papais Noéis para a Vila dos Sonhos da Coca-Cola, montada no Parque Municipal Américo Renê Gianetti (Centro). Montagem de Carmélia Abreu – ficou até véspera do Natal (achei muito pouco tempo). Muito bonita a exposição do bom velhinho na casa de madeira preparada para ele.
- Cedi também parte da coleção de Papais Noéis para decoração do Automóvel Clube (Festa Nuit de Noel). A exposição permaneceu até o dia de Reis (6 de janeiro), também com montagem de Carmélia Abreu e Aninha.

Isis: Deseja expandir seu espírito natalino cruzando fronteiras?
Maria Elvira: Não. Penso globalmente e ajo localmente.

Isis: Fale um pouco desta alegria que contagia todos à sua volta? Qual o segredo?
Maria Elvira: Tentar entender as pessoas e aceitá-los como são.

Isis: Tem algum sonho que ainda deseja realizar relacionado com Natal?
Maria Elvira: Construir a casa permanente do Papai Noel em Belo Horizonte, se Deus quiser. Em uma parceria entre várias forças da cidade.

Jogo Aberto

Uma qualidade? Duas: compreensão das coisas e tolerância.
Um defeito? Impontualidade.
Ser chique? Ser a gente mesma - autenticidade.
Uma alegria? Dançar; curtir meu filho Ignácio Gabriel, voar (de avião, ultra-leve, balão, tudo no ar).
Amigos? Coleciono amigos. Amo-os.
Um filme? Alguns: Cinema Paradiso, O Poeta e o Carteiro, Sociedade dos Poetas Mortos, Mamma Mia, Uma Linda Mulher.
Um exemplo? Hilary Clinton
Uma inspiração? Mahatma Gandhi.
Uma paixão? Política (hoje sem mandato).
Um ídolo cultural? Muitos: O poeta chileno Pablo Neruda, Cora Coralina, Mário Quintana, Carlos Drumond de Andrade.
Uma viagem inesquecível dentre tantas? O Butão.
Uma pessoa que marcou? Abrahan Lincoln.
Um hobby? Colecionar.
Lugar favorito? São muitos, entre eles: Paris, New York, Veneza, Rio de Janeiro e Búzios.
Uma mensagem? Ame, ame a vida, ame a si mesma e ao outro.

Fotos da decoração de Natal:






terça-feira, 8 de novembro de 2011

José Ernani da Silva Assis

De origem nordestina familia humilde, caiu de pára-quedas na aviação o meteorologista Ernani Assis. Graduado em administração de empresas pela Universidade Federal do Espírito Santo, também pós-graduado em administração Hospitalar, mas por 30 anos serviu à Força Aérea Brasileira como especialista em meteorologia. Como professor de meteorologia, Ernani iniciou sua carreira no Aeroclube do Estado do Espírito Santo em 1975, estava iniciando a carreira de militar da FAB. Hoje, já aposentado da Aeronáutica há mais onze anos, se tornou um profissional de sucesso e de grande relevância na formação de pilotos do Estado de Minas Gerais. Cidadão piauiense de Parnaíba, ingressou na aeronáutica em 1972 como especialista em meteorologia. Passou oito anos em Recife na década de 1990, e há mais de treze anos está na coordenação dos cursos teóricos do Aeroclube do Estado de Minas Gerais, onde também leciona a disciplina de meteorologia. Já são mais de 2000 aviadores formados na sua gestão, que conta com uma equipe de especialistas ( um para cada matéria técnica ) que faz a diferença nos cursos teóricos na formação de pilotos da entidade.

Isis: Qual o posicionamento do Aeroclube perante a aviação?
Ernani: O Aeroclube do Estado de Minas Gerais é uma entidade sem fins lucrativos com mais de 75 anos de tradição, que oferece todos os cursos da aviação homologados pela ANAC - Agência Nacional da Aviação Civil.


Isis: Qual tempo de duração do curso para chegar a ser um piloto profissional (Piloto Comercial)?
Ernani: O candidato pode se tornar aviador em a partir de 6 meses, obtendo o brevê ( carteira de piloto privado ) com um custo inicial de R$ 15.000,00, incluindo todo o curso teórico, os exames e o curso prático com 40 horas de voo. O brevê é uma permissão para voar, mas ainda não profissionalmente. Para se profissionalizar, após conseguir o prrimeiro brevê, o aluno deve voltar para a escola para fazer outro curso teórico ( piloto comercial ) e também a parte prática da formação profissional, que tem dois caminhos:
1 - Continuar na escola bancando mais cerca de 110 horas de vôo, cerca de R$ 30.000,00.

2 - Voar cerca de mais 150 horas com alguém ou pra alguém (recebendo remuneração ou não).

Isis: Na aviação qual a diferença entre o curso técnico e a faculdade?
Ernani: Os aviadores formados em escolas civis tem nivelamento de técnico, e se quiserem agregar uma graduação ( caso já não a tenha ) podem procurar uma faculdade que oferece cursos de 2 anos até 4 anos. Vale lembrar que hoje o diferencial para contratações é o idioma inglês, que é a língua oficial da aviação civil.


Isis: Como está o mercado em relação a oferta e procura de profissionais na área de aviação?

Ernani: Nunca esteve tão bom, e nos próximos dez anos vai ficar ainda mais aquecido. Fabrica-se aeronaves todos os dias, mas leva-se mais de vinte anos para formar as tripulações. E cada aeronave de linha aérea necessita de cerca de 6 equipes.

Isis: Existem planos de expandir a formação de pilotos abrindo escolas em todo território nacional?
Ernani: Sim. Em Belo Horizonte, foram criadas muitas escolas nos últimos dois anos, o que foi incentivado pelo ex-governador Aécio Neves através da criação do Pólo Aeronáutico em Minas, encerrando o monopólio do eixo Rio/São Paulo.

Isis: Entre seus alunos cite 2 casos de sucesso.

Ernani: São muitos, e eu seria ingrato em citar somente dois.

Isis: Conte um fato engraçado ou que marcou na sua profissão?

Ernani: Bom, eu não tinha nenhuma ideia do que era o aeroporto Carlos Prates em 1975, quando fui indicado por um colega controlador de voo da Força Aérea para lecionar ( ainda no Aeroclube do Estado do Espírito Santo ). Eu tremi quando ele falou que eu já teria de dar aula de meteorologia ( imagine um recém formado “Arataca do Nordeste" encarar uma turma de gente de todos os perfis ). Como a disciplina era nova e desacreditada, eu teria ainda outros desafios: fazer o pessoal gostar e se conscientizar do porquê dessa disciplina ser necessária no curso de aviação. Criei um lema que até hoje repito muito nas aulas: "o aviador tem que reconhecer os fenômenos meteorológicos e saber seus efeitos”, pois é um fator importante que pode evitar muitos acidentes. O amigo que me colocou nessa carreira: (de professor de meteorologia) morreu numa tragédia aérea no aeroporto Carlos Prates um ano depois que me indicou para o Aeroclube do Estado no Espírito Santo. No maravilhoso pôr do sol aqui do aeroclube, sempre faço orações em oferecimento e agradecimento à sua alma.

Isis: Os aeroportos, os controladores de vôo, enfim todo staff brasileiro da aviação está preparado para receber estes 2 grandes eventos que estão próximos, sendo eles: A Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016?
Ernani: Existe um movimento da mídia com muita cobrança, o que é bom, mas vamos dar conta do recado... Um evento vai servir de estágio para o outro. Se a África do Sul deu conta do recado por que não nós? E com o Brasil todo certinho nas finanças, vamos arrasar.


Jogo Aberto

Uma qualidade? Otimismo.
Um defeito? Ser brega e por isso me confundo com minhas palhaçadas (risos).
Uma inspiração? Saber que nos próximos dois anos, cada vez que eu voar em um avião de linha aérea, estará no comando um ex-aluno.
Ser chique? Ser alto astral.
Família? Tudo.
Amigos? Muitos... Mas a gente tem muitos colegas, né?
Um músico? Chico, Nei, Raul, Roberto Carlos e muitos outros.
Um desejo? Ficar no Aeroclube até ficar "gagá".
Uma paixão? A aviação, apesar de não ser aviador.
Uma viagem que marcou? Londres, recente presente dos meus filhos no dia das crianças.
Lugar especial? Minha casa.
Um conselho? Se quiser entrar na aviação, lembre-se: será um altruismo e um sacerdócio.
Uma alegria? 200 emails em média, que recebo por dia.
Uma novidade? A modernidade e a velocidade da informática
Ídolo Cultural? Ozires Silva
Uma Mensagem? Você pode TUDO! Basta querer ser, e quando pensar em ser, coloque meta e siga seu “foco”. Você alcançará. Exemplo: ex-presidente Lula, que sendo pobre e analfabeto, sonhou em ser o número um do Brasil e chegou lá, mas levou VINTE ANOS persistindo.

Ricardo Carvalho

Empresário de sucesso, chegou aos Estados Unidos para estudar e acabou abrindo a própria empresa. Brasileiro de 45 anos, decidiu há 25 anos atrás partir para a América do Norte a fim de aprender inglês e em busca de aventuras. Muito mais que alcançar esses objetivos, hoje Ricardo administra a SCA - SOUTHERN CROSS AVIATION, empresa que atende o mercado da América do Sul e Caribe na área de peças e venda de aeronaves. Formado em administração de empresas, Ricardo aterrissou em Connecticut, mas não aguentou o frio e mudou-se para Fort Lauderdale, Florida.
Hoje, a matriz da SCA se localiza no Executive Airport Fort lauderdale, Forida, além de escritório no Chile e representantes na Venezuela, Argentina, Uruguai e Brasil. É representante autorizada de 43 fabricantes de peças aeronáuticas dentre eles, Hawker beechcraft, Goodreach, Parker Aerospace, Textron Lycoming e Gill Bateries. Para 2012, o objetivo é expandir as vendas no território americano e atingir o mercado asiático.

Isis: Onde tudo começou?
Ricardo: No aeroporto onde fui trabalhar logo quando cheguei. Patrick Hosmann, hoje atual sócio, era vendedor de aeronaves na empresa que eu trabalhava. Patrick saiu da companhia e me chamou para ser o motorista da SCA. Dois meses de experiência norte americana foram suficientes para montar uma nova empresa com ajuda do seu irmão Paulo Carvalho (e braço direito) e Fred Guido, enquanto desenvolvia o mercado de peças no Brasil. Nesse período, a SCA ajudava as empresas regionais e oficinas de manutenção no Brasil tirar aeronaves do chão, entregando peças de emergência para consertá-las, pois um dia de uma aeronave parada custa muito caro, ou melhor, perde-se muito dinheiro.

Isis: Qual o segredo do sucesso?
Ricardo: Honestidade e seriedade e sempre colocando o relacionamento com o cliente como sendo a longo prazo e o cativando com a qualidade de nosso serviço e principalmente pelo preço diferenciado.

Isis: Quais são os seus projetos para o futuro?
Ricardo: Expansão das vendas no território americano para meados de 2012.

Isis: Qual uma meta que deseja alcançar?
Ricardo: Atender o mercado da Ásia em 2012.

Isis: Qual o conselho que você daria para jovens empreendedores?
Ricardo: Acreditar no seu sonho e ser determinado para que ele se realize.

Isis: Tem algum sonho que ainda deseja realizar?
Ricardo: Realizar de novo o vôo que fiz em 2009 só que desta vez com meu dois filhos em 2014 para a Copa do Brasil , saindo da Florida e voar por 30 dias com um avião monomotor ate São Paulo passando pelo Caribe e voando a 700 metros de altura no litoral brasileiro e mostrar para eles as maravilhas que nosso litoral brasileiro tem.

Jogo Aberto
Uma qualidade? Honestidade
Um defeito? Workaholic
Ser chique? Ser autêntico
Uma alegria? Meus filhos
Amigos? Importantes
Um filme? Vários, adoro cinema
Um exemplo? Comandante Rolin
Uma inspiração? Charles Lindbergh
Uma paixão? Aviação
Uma viagem inesquecível dentre tantas? Viagem que durou 34 dias em um monomotor de Miami a São Paulo
Uma Pessoa que marcou? Novamente, comandante Rolin e muitos outros marcos da aviação brasileira
Um hobby? Viajar e degustar diferentes culinárias
Lugar favorito? Região de champanghe e Munich

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Luiz Martins

Um dos mais solicitados executivos da beleza em BH, consagrado profissional tendo seu nome como uma marca sendo sinônimo de glamour, elegância e sofisticação. Atua como referência para profissionais da área e clientes, já realizou vários projetos, inclusive editou um livro que consiste em técnicas para cortes de cabelo. Ele não esconde o ouro. Luiz nunca teve a pretensão de se tornar cabeleireiro da moda pois para ele “A moda passa e cai no esquecimento”. Luiz sempre prioriza o trabalho de qualidade de acordo com a personalidade e o sonho de cada um. Atualmente o empresário se localiza em 3 pontos nobres da cidade sendo eles, em Lourdes, no Pátio Savassi e no Diamond Mall.

Isis: Como tudo começou? Conte um pouco do inicio da carreira.
Luiz: Decidido a ser cabeleireiro, por aptidão, procurei o SENAC onde fiz o curso básico de cabeleireiro e paralelamente comecei em uma pequeno salão na Pampulha. Dai para 2 salões de renome da zona sul, e em 1978 fundava o LM Studio na cidade jardim para depois expandir para os bairro de Lourdes onde fui um dos pioneiros e depois para os Shopping Centers.

Isis: Desde criança você sonhava em seguir esta carreira de cabeleireiro?
Luiz: Não exatamente, mas tinha fixação e me inspirava nos filmes, nas divas do cinema e seus personagens, nas produções e matérias de revistas femininas e daí descobrindo as cores, as formas e a mulher na sua melhor expressão. O resultado esta ai.

Isis: Hoje todos podem ter acesso aos cuidados com a beleza, arrumar cabelo, unhas etc. ou ainda é privilegio de uma minoria?
Luiz: Todos, tal como nas artes, entretenimento, culinária, a beleza e os cuidados com a estética estão ao alcance de todos, bastando equalizar a sua realidade, inclusive financeira.

Isis: Existe planos ou condições especiais para pagamento dos tratamentos com cabelos?
Luiz: Existem pacotes e um cronograma de serviços e atendimento para cada caso.

Isis: Você já escreveu um livro?
Luiz: O livro, ou melhor o manual de orientação, foi feito com a preocupação em falar de cabelo, tratamento capilar e maquiagem de uma forma simples, direta e didática, hoje tenho certeza que esta publicação ajudou muitos a dar o primeiro passo.

Isis: Projetos futuros?
Luiz: Meu projeto para o futuro, no qual já estou vivendo, será’ formação de profissionais com o perfil e qualidade LM Studio. Complementando sempre que posso, participo de projetos com o intuito de levar meus conhecimentos a nova safra de profissionais, para que tenham identidade própria.

Isis: Entre seus clientes qual o percentual masculino para cuidados especiais com cabelos? Este percentual vem crescendo? Com idade eles começam?
Luiz: Os homens já ocupam um percentual razoável em movimento de salão. Desde a ultima década compreenderam, assimilaram e aceitaram as mudanças globais de comportamento, identificando-se com personagens, ídolos e pessoas que formam opinião. Não existe limite de idade, sendo que os mais jovens querem criar uma imagem, associada às atletas, desportistas, astros da musica e do cinema. Já os mais maduros querem se tornar mais atraentes e destacar em determinados grupos sociais. O homem hoje corta cabelo, penteia, depila, faz as unhas etc...

Isis: Dicas de cuidados que devemos ter com os cabelos?
Luiz: Seria difícil enumerar, mas posso dar algumas dicas: primeiro, estar sintonizados e aceitar seu biótipo e tipo de cabelo. Segundo, usar normalmente um shampoo e condicionador (mascara). Por último, usar hidratante facial e corporal, filtro solar e fazer uma boa alimentação. Usar os truques que aprendemos no dia a dia, afinal a internet esta ai.

Isis: Conte um fato engraçado ou que marcou na sua profissão?
Luiz: Atender uma pessoa muito conhecida e só me dar conta depois ao despedir. Muita distração e compenetração no trabalho.

Isis: Projetos de internacionalizar o LM Studio?
Luiz: Por enquanto não. Já fui convidado para ser parceiro em empreendimentos fora o país, mas acho que tudo tem seu tempo e sua hora. Vamos aguardar

Isis: Segredo do sucesso?
Luiz: Feeeling e muito trabalho

Jogo Aberto

Uma qualidade? honestidade
Um defeito? Ser temperamental
Ser chique? Ser básico
Família? Tudo
Amigos? Confiança
Uma musica? Resposta ao tempo
Um filme? Som do coração
Um desejo? Viver 101 anos
Uma paixão? Meu trabalho
Uma inspiração? Mulheres possíveis e impossíveis
Uma viagem que marcou? Paris sempre
Um exemplo? Minha mãe
Lugar especial? Pasargada
Um conselho? Ser feliz
Uma alegria? Acordar a cada dia
Uma novidade? A de hoje
Ídolo Cultural? Clarice Lispector
Uma Mensagem? Be happy. O importante é ser feliz