domingo, 7 de julho de 2013

Flávio Slavionamandez

Sonho, Hobby e Paixão 
 
Cineasta brasileiro, nascido 09 de abril de 1966, Flávio Fernandez, de natureza carioca brotada no interior do estado do Rio de Janeiro na cidade de Cambuci, adotou o sobrenome artístico de Slavionamandez para diferenciar de outros nomes semelhantes ao seu no meio. Cidadão brasileiro que reside em Cape Code EUA. Flávio nos conta um pouco de sua jornada até CULPA, o  filme- seu mais recente trabalho que está sendo gravado em Boston com elenco brasileiro. Exemplo de talento brasileiro pelo mundo, que afirma “ Jamais  desista de sonhar.” 
 
Isis: Como o  mundo artístico entrou em sua vida? Como tudo começou? 
Flávio:  Aos 16 anos de idade em minha cidade natal. Eu brincava de teatro como toda criança, e fui me destacando e gostando de ser notado e de estar em cima do palco. Virei ator...ou nasci ator? Sei La! Mas foi assim que começou... 

 
Isis:  O que mais te inspirou? 
Flávio: Os filmes de seção da tarde. Eu adorava assistir aqueles clássicos em preto e branco. Fred Astaire, Jerry Lewis, Frank Sinatra, etc...! Tantos musicais inesquecíveis. Adorava aquilo. 
 
Isis: Quais os trabalhos que você desenvolveu no Brasil relacionados a cinema, teatro? Flávio: Cinema, não fiz nada no Brasil. Teatro fiz várias peças como: Grito parado no ar, A gota d’água, Deus lhe pague, Mão na luva, O inspetor geral, vários infantis, e por último e O alto das sete luas de barro. 

Isis: Quais os trabalhos desenvolvidos em nos EUA?   
Flávio:  JUST LIFE - ( 2011 ) 48 minutes filme in Portugues com legenda em Inglês. STORM WITHIN A WATER GLASS - ( 2012 ) 10 minutes filme em Inglês.

 
Isis: Fale um pouco da sua experiência no mercado internacional?  
Flávio: Quando cheguei em EUA, não pensava mais em arte. Como todos que chegam, eu pensava em ganhar dinheiro. Conheci uns atores e tudo voltou em minha mente. Resolvi estudar na New York Film Academy em New York, depois escrevi o roteiro do filme JUST LIFE. Onde tudo começou, em 2009.  JUST LIFE para primeiro filme, ficou muito bom.  Depois fazendo novas experiências, fizemos o STORM, uma grata surpresa, ficou muito melhor do que eu esperava. Foi feito muito rápido. E agora estamos fazendo o CULPA. Um projeto bem mais elaborado, estudado, elenco muito bom, estamos filmando sem pressa, sem correria. Tem tudo pra dar certo. 

 
Isis: Conte um fato que marcou na sua carreira?  
Flávio: - Eu tinha 22 anos de idade. Estava fazendo um teste de seleção de atores para a peça Gato de Botas. Eu já tinha feito os três testes e o papel era meu. Tudo certo com o diretor. Um dos produtores me chamou na sala dele e me mandou tirar a roupa. Eu disse, “ Mas por que tenho que tirar a roupa se acabaram os testes? “ Ele com a cara mais serena respondeu : “ Esse é o teste mais importante do dia. Anda, tira a roupa e venha aqui. “. Eu não tirei a roupa e fui falar com o diretor. Ele me disse que não tinha nada de mais nisso, que isso era comum por ali. Eu saí chorando de raiva do palco e uma camareira que trabalhava ali, me chamou e me ofereceu um copo d’água. Foi o melhor conselho que recebi na vida. Foi o que me fez levantar a cabeça e continuar; a seguir respeitando a classe sem julgar os que trabalham sério e dignificam a profissão. 

 
Isis: Fale de outros projetos futuros?  
Flávio:  Futuro presente pois estamos nas gravações do filme CULPA. Longa metragem de 80 minutos que será lançado em Dezembro de 2013. 


Isis: Segredo do sucesso? 
Flávio: Acreditar em Deus, ter a família te apoiando, ser honesto com o que acredita e ir em busca de aprender e aperfeiçoar, sempre.
Jogo Aberto 

Uma qualidade? Persistência. 
Um defeito? Impaciência   
Uma inspiração? A vida 
Ser chique? Tratar com respeito e educação a todos. 
Família? Sagrado. Meu porto seguro.  
Amigos? Os que acreditam em mim e em meu trabalho. Os que trabalham comigo. 
Um musico ou uma musica? Dia Branco e Geraldinho Azevedo 
Um filme? A lista de Schindler  
Um desejo? Trabalhar em Hollywood. 
Um sonho ? Poder viver de meu trabalho, meus filmes. 
Uma paixão? Minha Esposa. 
Um hobby? Cinema. 
Uma viagem ou um lugar que marcou? Não viajo muito. 
Globalização? Enquanto houver criança sem escola, escola sem o que oferecer aos alunos, esgoto a céu aberto e professores ganhando miséria, é utópico.   
Lugar especial? Minha casa. 
Um conselho ou uma dica? Respeite a si mesmo. Não faça o que não acha certo para agradar a ninguém. Prove o seu talento. Lute por suas ideias, brigue por seu espaço, e ponha Deus a frente de tudo, sempre. 
Uma alegria? Assistir meu filme com minha família. 
Uma novidade? Os atores do filme CULPA. 
Uma Mensagem? Amar a Deus sobre todas as coisas

quarta-feira, 14 de março de 2012

Clovis Cezário


Valor jovem de sucesso mineiro de coração
 

Reconhecido valor jovem de Minas no início desta década, que se torna em meados da mesma, cidadão honorário na sua capital, e hoje tem como consequência das suas conquistas: o seu valor percebido a nível nacional, um profissional de visibilidade forte no mercado da moda. Simples: e uma pessoa que “o fazer”, e implícito no seu DNA, que foca sua visão sempre a longa distância. Fato é que a dois anos passados somou mais case de sucesso a seu currículo: foi o responsável pela comercialização de uma das maiores marcas mineiras no cenário nacional, a VIDE BULA, vendendo ao grupo de confecção capixaba, tendo a “percepção da mudança do mapa têxtil nacional e ao mesmo tempo fazendo a transição de controle dos fundadores aos novos investidores, em um momento oportuno aonde acontecia a bolha das aquisições, esperteza pura. Credibilidade e competência de sobra, para seguir na gestão comercial da marca, pois marca e gestor se confundem.” A bela e a fera estão escrevendo um novo futuro, além de estarem ambos se perpetuando e se fazendo neste mercado, o gestor Clóvis Cezário revela um segredo: além de ter a fórmula, na dúvida ele sempre VIDE a BULA! 

Isis: Como iniciou sua carreira?
Clovis: Aos 19 anos entrando em uma multinacional líder de mercado e simultaneamente fazendo administração de empresas, teoria e prática, ao mesmo tempo. Resultado: profissional de alto desempenho.

Isis:  O que mais te inspirou em sua trajetória?
Clovis: Meu pai.  Complementando o nome Cezário hoje é uma referência, uma marca, "imortal" (Highlander), olho para trás e projeto o futuro e vejo que consegui, pois os novos Cezários já estão prontos.

Isis: Já esta no mercado de moda há quanto tempo?

Clovis: Bom, podíamos pular isso (risos), mas como sempre fui precoce, tenho 22 anos de mercado, nos meus poucos, 43 anos de vida.

Isis:  Como você vê o crescimento da moda no mercado mineiro em relação ao Brasil e ao mundo?

Clovis: Vejo muito mais como um mercado importador (comprador) do que exportador (vendedor), a nível de indústria, pois além do mapa têxtil nacional ter se deslocado estes anos, o setor especificamente não e incentivado pelo Governo. Hoje somos mais autorais do que industriais, exportam os talentos profissionais/pessoais: estilistas, profissionais de gestão, modelos. Hoje trabalho para uma empresa do Espírito Santo, apesar de atuar na marca "mineira" do grupo, e estrategicamente fazermos a gestão em MG.

Isis: Em sua opinião Minas é referencia de moda ou os grandes acontecimentos no Brasil se concentram em Rio e São Paulo ainda?

Clovis: Minas teve seu momento de dividir mercado com SP, nas décadas de 90 e no início deste século, mas voltou a perder para si mesmo, e o RJ se reinventou e hoje novamente está concentrado entre o eixo RJ/SP, mas com relevância forte de SC, não posso omitir este fato.

Isis: O "bum" de lojas próprias prejudicou a venda dos representantes para as multimarcas?

Clovis: Não, pois as multimarcas podem se tornar os franqueados de amanha, e hoje às unidades de negócios e canais de distribuições são bem definidos: flagships (redes próprias, franquias e Multimarcas, este terceiro sendo bem horizontais -quantitativos- e não mais verticalizados) volumétricos. Além dos corredores comerciais estarem bem definidos hoje em dia.

Isis: Conte uma experiência interessante que marcou sua carreira?
Clovis: São várias, mas vamos falar da última, ser o pivô e agenciador da venda de uma marca, e um prêmio para quem gosta de comercializar, além dos retornos comerciais, tem o valor de uma MBA, um doutorado em vendas. Creio que uma façanha para poucos.


Isis: Existem novos projetos em mente? Quais?

Clovis: Sim tanto profissionais e pessoais, sempre temos que planejar, pois assim sempre teremos futuro, pois quem não planeja tem destino, como um bom paulista de nascimento. Mas também sendo mineiro honorário que sou, estrategicamente guardamos em segredo, e revelamos quando colocamos em pratica e realizamos os mesmos, aí sim revelamos e contamos os "causos".(rsrsrs)

Isis: Segredo do sucesso?

Clovis: Cada um conquista o seu, mas com certeza o segredo do FRACASSO é agradar a todo mundo!

Jogo Aberto


Uma qualidade? Credibilidade
Um defeito?  Ansiedade.
Uma inspiração? Liderança
Ser chique? Ter “estilo”. A moda passa o estilo fica
Família? A base, seu "doc" - denominação de origem controlada.
Amigos? Poucos e somente os leais.
Um músico? Vários. Vinicius de Morais, pela sua pluralidade.
Um desejo? Sempre evoluir em todos os aspectos.

Uma paixão? Vide Bula, porque ela me deu amor.
Uma viagem que marcou? Primeira vez no Japão.
Globalização? Realidade sem volta.
Lugar especial? Minha casa
Um conselho? Nada e permanente, exceto as mudanças!
Uma alegria? Ser pai.
Uma novidade? Sempre a próxima coleção!
Ídolo?  Aírton Senna.

Helder Mendonça

Simpatia, sucesso, humildade e determinação.


Filho das Minas Gerais, dentro tantos outros predicados, Helder e’ exemplo de dedicação dando consequência a uma saborosa história de sucesso, que vem a ser o nosso reconhecido pão de queijo Forno de Minas  ultrapassando as fronteiras a mais de 20 anos, apresentando as delicias da culinária mineira ao mundo.


Isis: Desde criança você já tinha esta visão empreendedora?
Helder: Desde criança, sempre fui estudioso, responsável e não tinha dificuldades na escola. Certamente, isso me ajudou bastante.

Isis O que mais te inspirou?
Helder: Minha família. Perdi meu pai aos 8 anos e percebi que a vida não é fácil desde cedo. Portanto, desde cedo lutei pelos meus objetivos e não medi esforços para fazer o melhor em tudo que eu me propunha a fazer.

Isis: Como surgiu o Forno de Minas?
Helder: A Forno de Minas Alimentos S/A nasceu do sucesso da receita caseira de pão de queijo da Dona Dalva. Nós (Minha mãe, minha irmã Hélida e eu) fundamos a empresa em 1990. Iniciamos os trabalhos em uma pequena loja dentro de um Shopping Center de Belo Horizonte oferecendo o produto congelado para um grande supermercado da cidade. Depois que conclui meu curso de Administração de Empresas, trabalhei em uma empresa alimentícia e então tive chance de conhecer os supermercadistas de Belo Horizonte. Percebi a oportunidade na área de congelados e apostamos no pão de queijo.

IsisO Forno de Minas foi uma idealização inicial de Dona Dalva, correto?
Helder: Sim. Ela é a idealizadora da receita e acompanha tudo desde a fundação. Atualmente, ela se dedica ao setor de pesquisa de desenvolvimentos de produtos, além de acompanhar de pertinho a qualidade dos produtos, principalmente o pão de queijo.

Isis: E o crescimento e a expansão do Forno de Minas teve muito sua participação, conte-nos como?
Helder: Sempre tive um espírito empreendedor e, diante disso, acabei tendo a ideia de fazermos o pão de queijo em escala industrial, para vendermos. Em julho de 1990, abrimos uma pequena loja de 40m² no extinto Shopping Sul na capital mineira. A loja tinha apenas três funcionários e contava apenas com uma masseira, um freezer, uma máquina de embalar e um Fiorino para o transporte. O investimento inicial foi bem baixo, já que não tínhamos muitos recursos. O primeiro pedido que tivemos foi de uma grande rede de supermercados. A partir daí, as demandas começaram a aumentar, a ponto de não conseguirmos atender a todos.  A qualidade e diversidade dos produtos, a distribuição, o relacionamento com os clientes e a questão de ser uma empresa mineira, já que o produto mineiro tem um valor fora de Minas que não conseguimos avaliar, foram determinantes para a marca se tornar conhecida nacionalmente. Atualmente, a Forno de Minas também está presente nos Estados Unidos, Canadá e Portugal.
Vale destacar que desde a fundação da empresa, minha mãe D. Dalva, minha irmã Hélida, nosso sócio Vicente e eu participamos de todo o processo de construção da empresa e da imagem da marca. Construímos nossa sede própria, implementamos equipamentos, formamos equipes, elaboramos nossas receitas, testamos vários tipos de matérias-primas e desenvolvemos outros. Enfim, nestes 21 anos, dos quais 11 anos estivemos presentes, estamos sempre procurando desenvolver novos produtos, com qualidade e praticidade.

Isis: Fale um pouco da sua experiência no mercado internacional? Exportação?
Helder: Nossas primeiras exportações começaram há mais de 10 anos para os Estados Unidos, na Whole Foods. No começo, o pão de queijo tinha como destino o mercado étnico daquele país. Atualmente, estamos ampliando nossa atuação para os consumidores estrangeiros. Além dos Estados Unidos, exportamos também para o Canadá e para Portugal e nosso planejamento é quadruplicar as exportações em três anos. Queremos aumentar a presença na Europa, entrar na Ásia e na América Latina. É um trabalho gradual, levamos o produto, apresentamos em feiras. Como exemplo, posso citar a Anuga, maior feira de alimentação do mundo, realizada na Alemanha. Em 2011, estivemos no local. Outra estratégia importante são as degustações, precisamos despertar o hábito de consumo.

Isis: Conte um fato que marcou na sua carreira?
Helder: Lembro de um fato, aliás, dois, que marcaram minha carreira: as duas negociações da Forno de Minas: a venda e recompra da empresa. A Forno de Minas, foi fundada em Julho de 1990. Em 1999, a Forno foi vendida para uma empresa multinacional, o que foi uma experiência muito valiosa para todos nós. Foi um processo que levou aproximadamente um ano e aprendi muito. Em 2009, quando a fábrica e a marca nos foram oferecida novamente, fechamos o negócio em 15 dias. Foi uma decisão rápida, porém segura. Não houve dúvida nenhuma, da nossa parte, sobre a aquisição da  “empresa do coração”.

Isis: Fale de outros empreendimentos que você faz parte?
Helder: Entre os anos de 2000 e 2009, investimos em construções de Shopping Centers, em Belo Horizonte, e em outras regiões do Brasil, como Macaé/RJ, Mossoró/RN, Juazeiro do Norte/CE, etc.). Investimos também em empresa de Tecnologia e também nos Laticínios, em Conceição do Pará/MG.

Isis: Como você concilia família e negócios com tantos empreendimentos?
Helder: Tento conciliar a vida pessoal e profissional da melhor forma possível. Viajo com minha esposa e meus filhos sempre que posso e priorizo o meu tempo em família (mãe, irmãs e sobrinhos).


Isis: Segredo do sucesso?
Helder: Acreditar no que você deseja, no seu conhecimento e nas pessoas que fazer parte do seu time.

Jogo Aberto

Uma qualidade?  Generosidade
Um defeito?  Não sei dizer não
Uma inspiração? Minha mãe
Ser chique? Ser simples
Família?  O que há de mais importante da vida
Amigos? Impossível viver sem eles
Um musico? Skank
Um desejo?Ter mais filhos
Uma paixão? O galo (CAM)
Uma viagem que marcou? O tempo que morei nos EUA (1987).
Globalização? Nos faz valorizar o que é original, único, típico de nossa região
Lugar especial? Minha casa
Um conselho? Sempre acredite nos seus sonhos
Uma alegria? Poder brincar com meus filhos e sobrinhos
Uma novidade?  Aguardem... Teremos novos produtos em breve!
Uma Mensagem? Jamais tenha medo de começar, de construir, de errar... O melhor da vida é plantar e colher, apesar de todas as adversidades pelo caminho.

Maria Elvira Salles Ferreira

Mamãe Noel de Minas para todos.

A paixão que a mineira Maria Elvira Salles Ferreira tem por Papai Noel vem desde a infância. Ela é encantada pelo espírito natalino e pela generosidade do Papai Noel e de seu amor pelas crianças. Ao longo dos últimos 30  anos, foi adquirindo bonecos de todos os tipos e tamanhos. Alguns têm movimentos (movidos a pilha ou eletricidade); outros estão sorrindo, dormindo, tomando banho, contando histórias, trabalhando em suas oficinas, esquiando, praticando esportes radicais e até beijando a Mamãe Noel. As cores fogem à tradição do vermelho - há bonecos brancos, azuis, prateados e até verdes. Há Papai Noéis das florestas, das neves, das montanhas e das cidades. São dos mais diferenciados materiais, dos mais sofisticados até os artesanais e rústicos, passando por várias culturas mundiais. Sua coleção foi adquirida em inúmeros países do mundo, sendo a maioria dos Estados Unidos, onde o bom velhinho é mais popular. Mas há vários também de nações como Alemanha, França, Rússia, Turquia, Japão e outras.
A cada Natal, Maria Elvira oferece à população mineira uma exposição dessa coleção, em locais especialmente decorados e iluminados para estimular os sentimentos de integração, paz e alegria, tão difundidos nessa época do ano. A coleção já foi exposta em vários locais, nos últimos anos.  Seu sonho é encontrar um local definitivo para uma exposição permanente de sua coleção. Outro sonho dela é que, em breve futuro BH possa ser considerada a Capital do Papai Noel, a exemplo de Gramado no Rio Grande do Sul, que é a cidade do Natal brasileiro.

Isis: Como começou sua paixão pelo Papai Noel?
Maria Elvira: Não sei exatamente, mas vem possivelmente da infância e juventude. Durante um período dava aulas particulares de inglês. Com o primeiro dinheiro que ganhei num novembro, comprei um Papai Noel grande. A partir daí não parei mais.

Isis: Quais projetos ligados ao Natal que mais marcaram esta trajetória?
Maria Elvira: Sempre amei receber a família e os amigos, enfeitar a casa, acender velas, mesa farta, etc. Quando diretora da Newton Paiva, realizamos um Concerto de Natal no Santuário do Caraça e gravamos um CD de Ave Marias, pelo Natal, com assessoria da Maestrina Ângela Pinto Coelho. Foi demais!

Isis: Quais foram os projetos natalinos realizados em 2011?
Maria Elvira: Foram 5.
 - A montagem de uma mesa de Natal com Papais Noéis no Minascentro (Feira de Natal – Exposição de Mesas),  a convite da Tecnitur e ACMinas, parceiros do projeto.
 - A iluminação de nossa casa na Pampulha (3 casas juntas) que faço há 12 anos. Virou ponto turístico na cidade. Este ano o Prefeito Márcio Lacerda a inaugurou – e o Governador Anastasia dias depois foi visitar. Ficou linda! O eletricista Divino é sempre o meu parceiro e minha governanta Dorinha ajuda muito.
 - A Vila do Papai Noel montada por Carmélia Abreu e Aninha, com parte da minha coleção de Papais Noéis no saguão da Prefeitura na Av. Afonso Pena. Inaugurada dia 08/12 muito bonita ficou – milhares de pessoas visitaram a exposição.
- Emprestei centenas de Papais Noéis para a Vila dos Sonhos da Coca-Cola, montada no Parque Municipal Américo Renê Gianetti (Centro). Montagem de Carmélia Abreu – ficou até véspera do Natal (achei muito pouco tempo). Muito bonita a exposição do bom velhinho na casa de madeira preparada para ele.
- Cedi também parte da coleção de Papais Noéis para decoração do Automóvel Clube (Festa Nuit de Noel). A exposição permaneceu até o dia de Reis (6 de janeiro), também com montagem de Carmélia Abreu e Aninha.

Isis: Deseja expandir seu espírito natalino cruzando fronteiras?
Maria Elvira: Não. Penso globalmente e ajo localmente.

Isis: Fale um pouco desta alegria que contagia todos à sua volta? Qual o segredo?
Maria Elvira: Tentar entender as pessoas e aceitá-los como são.

Isis: Tem algum sonho que ainda deseja realizar relacionado com Natal?
Maria Elvira: Construir a casa permanente do Papai Noel em Belo Horizonte, se Deus quiser. Em uma parceria entre várias forças da cidade.

Jogo Aberto

Uma qualidade? Duas: compreensão das coisas e tolerância.
Um defeito? Impontualidade.
Ser chique? Ser a gente mesma - autenticidade.
Uma alegria? Dançar; curtir meu filho Ignácio Gabriel, voar (de avião, ultra-leve, balão, tudo no ar).
Amigos? Coleciono amigos. Amo-os.
Um filme? Alguns: Cinema Paradiso, O Poeta e o Carteiro, Sociedade dos Poetas Mortos, Mamma Mia, Uma Linda Mulher.
Um exemplo? Hilary Clinton
Uma inspiração? Mahatma Gandhi.
Uma paixão? Política (hoje sem mandato).
Um ídolo cultural? Muitos: O poeta chileno Pablo Neruda, Cora Coralina, Mário Quintana, Carlos Drumond de Andrade.
Uma viagem inesquecível dentre tantas? O Butão.
Uma pessoa que marcou? Abrahan Lincoln.
Um hobby? Colecionar.
Lugar favorito? São muitos, entre eles: Paris, New York, Veneza, Rio de Janeiro e Búzios.
Uma mensagem? Ame, ame a vida, ame a si mesma e ao outro.

Fotos da decoração de Natal:






terça-feira, 8 de novembro de 2011

José Ernani da Silva Assis

De origem nordestina familia humilde, caiu de pára-quedas na aviação o meteorologista Ernani Assis. Graduado em administração de empresas pela Universidade Federal do Espírito Santo, também pós-graduado em administração Hospitalar, mas por 30 anos serviu à Força Aérea Brasileira como especialista em meteorologia. Como professor de meteorologia, Ernani iniciou sua carreira no Aeroclube do Estado do Espírito Santo em 1975, estava iniciando a carreira de militar da FAB. Hoje, já aposentado da Aeronáutica há mais onze anos, se tornou um profissional de sucesso e de grande relevância na formação de pilotos do Estado de Minas Gerais. Cidadão piauiense de Parnaíba, ingressou na aeronáutica em 1972 como especialista em meteorologia. Passou oito anos em Recife na década de 1990, e há mais de treze anos está na coordenação dos cursos teóricos do Aeroclube do Estado de Minas Gerais, onde também leciona a disciplina de meteorologia. Já são mais de 2000 aviadores formados na sua gestão, que conta com uma equipe de especialistas ( um para cada matéria técnica ) que faz a diferença nos cursos teóricos na formação de pilotos da entidade.

Isis: Qual o posicionamento do Aeroclube perante a aviação?
Ernani: O Aeroclube do Estado de Minas Gerais é uma entidade sem fins lucrativos com mais de 75 anos de tradição, que oferece todos os cursos da aviação homologados pela ANAC - Agência Nacional da Aviação Civil.


Isis: Qual tempo de duração do curso para chegar a ser um piloto profissional (Piloto Comercial)?
Ernani: O candidato pode se tornar aviador em a partir de 6 meses, obtendo o brevê ( carteira de piloto privado ) com um custo inicial de R$ 15.000,00, incluindo todo o curso teórico, os exames e o curso prático com 40 horas de voo. O brevê é uma permissão para voar, mas ainda não profissionalmente. Para se profissionalizar, após conseguir o prrimeiro brevê, o aluno deve voltar para a escola para fazer outro curso teórico ( piloto comercial ) e também a parte prática da formação profissional, que tem dois caminhos:
1 - Continuar na escola bancando mais cerca de 110 horas de vôo, cerca de R$ 30.000,00.

2 - Voar cerca de mais 150 horas com alguém ou pra alguém (recebendo remuneração ou não).

Isis: Na aviação qual a diferença entre o curso técnico e a faculdade?
Ernani: Os aviadores formados em escolas civis tem nivelamento de técnico, e se quiserem agregar uma graduação ( caso já não a tenha ) podem procurar uma faculdade que oferece cursos de 2 anos até 4 anos. Vale lembrar que hoje o diferencial para contratações é o idioma inglês, que é a língua oficial da aviação civil.


Isis: Como está o mercado em relação a oferta e procura de profissionais na área de aviação?

Ernani: Nunca esteve tão bom, e nos próximos dez anos vai ficar ainda mais aquecido. Fabrica-se aeronaves todos os dias, mas leva-se mais de vinte anos para formar as tripulações. E cada aeronave de linha aérea necessita de cerca de 6 equipes.

Isis: Existem planos de expandir a formação de pilotos abrindo escolas em todo território nacional?
Ernani: Sim. Em Belo Horizonte, foram criadas muitas escolas nos últimos dois anos, o que foi incentivado pelo ex-governador Aécio Neves através da criação do Pólo Aeronáutico em Minas, encerrando o monopólio do eixo Rio/São Paulo.

Isis: Entre seus alunos cite 2 casos de sucesso.

Ernani: São muitos, e eu seria ingrato em citar somente dois.

Isis: Conte um fato engraçado ou que marcou na sua profissão?

Ernani: Bom, eu não tinha nenhuma ideia do que era o aeroporto Carlos Prates em 1975, quando fui indicado por um colega controlador de voo da Força Aérea para lecionar ( ainda no Aeroclube do Estado do Espírito Santo ). Eu tremi quando ele falou que eu já teria de dar aula de meteorologia ( imagine um recém formado “Arataca do Nordeste" encarar uma turma de gente de todos os perfis ). Como a disciplina era nova e desacreditada, eu teria ainda outros desafios: fazer o pessoal gostar e se conscientizar do porquê dessa disciplina ser necessária no curso de aviação. Criei um lema que até hoje repito muito nas aulas: "o aviador tem que reconhecer os fenômenos meteorológicos e saber seus efeitos”, pois é um fator importante que pode evitar muitos acidentes. O amigo que me colocou nessa carreira: (de professor de meteorologia) morreu numa tragédia aérea no aeroporto Carlos Prates um ano depois que me indicou para o Aeroclube do Estado no Espírito Santo. No maravilhoso pôr do sol aqui do aeroclube, sempre faço orações em oferecimento e agradecimento à sua alma.

Isis: Os aeroportos, os controladores de vôo, enfim todo staff brasileiro da aviação está preparado para receber estes 2 grandes eventos que estão próximos, sendo eles: A Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016?
Ernani: Existe um movimento da mídia com muita cobrança, o que é bom, mas vamos dar conta do recado... Um evento vai servir de estágio para o outro. Se a África do Sul deu conta do recado por que não nós? E com o Brasil todo certinho nas finanças, vamos arrasar.


Jogo Aberto

Uma qualidade? Otimismo.
Um defeito? Ser brega e por isso me confundo com minhas palhaçadas (risos).
Uma inspiração? Saber que nos próximos dois anos, cada vez que eu voar em um avião de linha aérea, estará no comando um ex-aluno.
Ser chique? Ser alto astral.
Família? Tudo.
Amigos? Muitos... Mas a gente tem muitos colegas, né?
Um músico? Chico, Nei, Raul, Roberto Carlos e muitos outros.
Um desejo? Ficar no Aeroclube até ficar "gagá".
Uma paixão? A aviação, apesar de não ser aviador.
Uma viagem que marcou? Londres, recente presente dos meus filhos no dia das crianças.
Lugar especial? Minha casa.
Um conselho? Se quiser entrar na aviação, lembre-se: será um altruismo e um sacerdócio.
Uma alegria? 200 emails em média, que recebo por dia.
Uma novidade? A modernidade e a velocidade da informática
Ídolo Cultural? Ozires Silva
Uma Mensagem? Você pode TUDO! Basta querer ser, e quando pensar em ser, coloque meta e siga seu “foco”. Você alcançará. Exemplo: ex-presidente Lula, que sendo pobre e analfabeto, sonhou em ser o número um do Brasil e chegou lá, mas levou VINTE ANOS persistindo.

Ricardo Carvalho

Empresário de sucesso, chegou aos Estados Unidos para estudar e acabou abrindo a própria empresa. Brasileiro de 45 anos, decidiu há 25 anos atrás partir para a América do Norte a fim de aprender inglês e em busca de aventuras. Muito mais que alcançar esses objetivos, hoje Ricardo administra a SCA - SOUTHERN CROSS AVIATION, empresa que atende o mercado da América do Sul e Caribe na área de peças e venda de aeronaves. Formado em administração de empresas, Ricardo aterrissou em Connecticut, mas não aguentou o frio e mudou-se para Fort Lauderdale, Florida.
Hoje, a matriz da SCA se localiza no Executive Airport Fort lauderdale, Forida, além de escritório no Chile e representantes na Venezuela, Argentina, Uruguai e Brasil. É representante autorizada de 43 fabricantes de peças aeronáuticas dentre eles, Hawker beechcraft, Goodreach, Parker Aerospace, Textron Lycoming e Gill Bateries. Para 2012, o objetivo é expandir as vendas no território americano e atingir o mercado asiático.

Isis: Onde tudo começou?
Ricardo: No aeroporto onde fui trabalhar logo quando cheguei. Patrick Hosmann, hoje atual sócio, era vendedor de aeronaves na empresa que eu trabalhava. Patrick saiu da companhia e me chamou para ser o motorista da SCA. Dois meses de experiência norte americana foram suficientes para montar uma nova empresa com ajuda do seu irmão Paulo Carvalho (e braço direito) e Fred Guido, enquanto desenvolvia o mercado de peças no Brasil. Nesse período, a SCA ajudava as empresas regionais e oficinas de manutenção no Brasil tirar aeronaves do chão, entregando peças de emergência para consertá-las, pois um dia de uma aeronave parada custa muito caro, ou melhor, perde-se muito dinheiro.

Isis: Qual o segredo do sucesso?
Ricardo: Honestidade e seriedade e sempre colocando o relacionamento com o cliente como sendo a longo prazo e o cativando com a qualidade de nosso serviço e principalmente pelo preço diferenciado.

Isis: Quais são os seus projetos para o futuro?
Ricardo: Expansão das vendas no território americano para meados de 2012.

Isis: Qual uma meta que deseja alcançar?
Ricardo: Atender o mercado da Ásia em 2012.

Isis: Qual o conselho que você daria para jovens empreendedores?
Ricardo: Acreditar no seu sonho e ser determinado para que ele se realize.

Isis: Tem algum sonho que ainda deseja realizar?
Ricardo: Realizar de novo o vôo que fiz em 2009 só que desta vez com meu dois filhos em 2014 para a Copa do Brasil , saindo da Florida e voar por 30 dias com um avião monomotor ate São Paulo passando pelo Caribe e voando a 700 metros de altura no litoral brasileiro e mostrar para eles as maravilhas que nosso litoral brasileiro tem.

Jogo Aberto
Uma qualidade? Honestidade
Um defeito? Workaholic
Ser chique? Ser autêntico
Uma alegria? Meus filhos
Amigos? Importantes
Um filme? Vários, adoro cinema
Um exemplo? Comandante Rolin
Uma inspiração? Charles Lindbergh
Uma paixão? Aviação
Uma viagem inesquecível dentre tantas? Viagem que durou 34 dias em um monomotor de Miami a São Paulo
Uma Pessoa que marcou? Novamente, comandante Rolin e muitos outros marcos da aviação brasileira
Um hobby? Viajar e degustar diferentes culinárias
Lugar favorito? Região de champanghe e Munich